Dê ouvidos à Palavra de Deus!
Ouça e pratique essa Palavra! Tolo é quem não o faz!
Ouça a Palavra de Deus, creia na Palavra e guarde-a em seu coração.
Esteja enraizado nela, e a coroa da vitória lhe está garantida!,
“Permaneça em vós o que ouvistes desde o princípio. Se em vós permanecer o que desde o princípio ouvistes, também permanecereis vós no Filho e no Pai” (1 Jo 2.24).



Enganosa é a beleza e vã a formosura, mas a mulher que teme ao Senhor, essa sim será louvada. Provérvios 31:30

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quarta-feira, 21 de março de 2012

Êxodo 8:1-19


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Ao comando do Senhor, Arão estendeu sua vara e rãs saíram do rio e invadiram a terra. Moisés desistira de discutir as ordens de Deus. Ele agora tem plena confiança nAquele que o havia enviado, a ponto de encarar Faraó face a face e dizer: "Quando orarei por ti"? (v. 9).

"Acrescenta-nos a fé", os discípulos pediram ao Senhor (Lucas 17:5). Essa deve ser nossa oração.

Depois das rãs, o Egito foi afligido com piolhos. Os mágicos, que por duas vezes imitaram Arão, desta vez se frustraram. A loucura deles tornou-se manifesta. 2 Timóteo 3:8 nos revela seus nomes: James e Jambres. Eles simbolizam os cristãos nominais, que têm forma exterior de piedade, mas sem a fé genuína. Para ser um cristão, não basta imitar os verdadeiros filhos de Deus. Uma pessoa assim pode ir às reuniões, ler a Bíblia, fazer boas obras… e não ser um cristão de fato. Nada é mais fácil que fingir pertencer ao Senhor, enganando os outros e até mesmo a nós. Querido leitor, você possui uma fé verdadeira ou apenas algo que se parece com ela? Seu destino eterno depende da resposta a esta pergunta!

Êxodo 8:20-32


(Leia aqui)



A quarta praga foram as moscas. Enxames penetraram nas casas e arruinaram o Egito, com exceção da terra de Gósen. Na esfera moral, essas moscas nos fazem pensar na maledicência, nos ciúmes e em toda a sorte de irritações que penetram na família e nas relações sociais das gentes do mundo, mas que não acham lugar na casa dos filhos de Deus.

O Faraó está agora pronto a fazer certas concessões: "Ide e sacrificai ao vosso Deus nesta terra" (v. 25). Mas isso era impossível. O Senhor havia ordenado uma caminhada de três dias no deserto (3:18). Três dias: o tempo que Jesus permaneceu no túmulo, entre Sua morte na cruz e a manhã de Sua ressurreição. Agora o Inimigo quer arrancar de nós as verdades que nos fazem lembrar sua derrota. Por outro lado, a adoração sem a lembrança da cruz e da ressurreição não lhe causa preocupação. O mundo admira a vida de Jesus e honra as pessoas boas. Ele tem a sua própria religião e aceitará tolerantemente que tenhamos a nossa também. Mas a cruz e a presença de um Cristo vivo no céu, que são as bases de nossa adoração, condenam o mundo e dele nos separam definitivamente (Gálatas 6:14).

Êxodo 9:1-16


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Uma horrível praga (peste) agora afeta os rebanhos. Deus poupa os rebanhos de Israel, necessários para a Páscoa e, mais tarde, para outros sacrifícios. Depois úlceras arrebentam nos homens e nos animais. O coração do rei permaneceu duro apesar de — note a expressão — ser sobre o coração dele que o Senhor estava enviando todas aquelas pragas (v. 14). Como explicar a fúria do Faraó contra Israel? Satanás sabia que desse povo um dia deveria nascer o Messias, que, maior que Moisés, viria para libertar a humanidade de seu jugo e esmagar sua cabeça (Gênesis 3:15). Então ele mantém Israel em escravidão o máximo possível. Mas essa obstinação só serviu para evidenciar o poder de Deus e para anunciar o Seu nome em toda a terra (v. 16, citado em Romanos 9:17).

Mesmo face a face com o poder de Deus e também com Sua misericórdia, que retirou sucessivamente as rãs, os piolhos, as moscas… o orgulhoso Faraó endureceu seu coração deliberadamente e não quis arrepender-se. Quantas pessoas endurecem seu coração na presença do maior de todos os milagres da graça: o Filho de Deus morrendo pela salvação dos perdidos!